Juventude FA busca primeira vitória no Torneio Touchdown neste domingo, contra o São José Bulls
Andrei Andrade
A quinta rodada do Torneio Touchdown, o Campeonato Brasileiro de Futebol Americano, chega como uma real possibilidade para a primeira vitória do Juventude FA nesta temporada. Com derrotas para adversários com maior tempo de estrada, desta vez o confronto é contra um rival que já começa a se tornar adversário tradicional dos serranos.
Trata-se do São José Bulls, de Porto Alegre, time que também acumula quatro derrotas e tem campanha até pior que a dos caxienses no certame, devido ao número menor de pontos marcados. Neste domingo, os alviverdes têm boas chances de saírem vencedores do gramado do CFAC.
— Eu cobro do grupo essa vitória. Vencemos eles no ano passado e repetir o resultado nos consolidaria como o melhor time gaúcho. Isso é importante, pois abre portas para o clube. Conseguir trazer novos jogadores, por exemplo, depende muito do desempenho do time — comenta o presidente do Juventude FA, Eduardo Ferreira.
Esta será a primeira partida após a passagem do treinador americano Brett Morgan, que trabalhou seis meses no clube e retornou em agosto para os Estados Unidos. Trazido para agregar experiência de quem conhece intimamente o esporte aos jogadores e comissão técnica, tem seu trabalho elogiado por Ferreira.
— O Brett nos ensinou a verdadeira identidade, filosofia e cultura do esporte, algo que não tínhamos. Deixou um legado de trabalho, disciplina, treinamento e convivência em grupo de muita importância.
A partir das 14h30 de domingo, os jogadores do Juventude FA têm a chance de agradecer em campo o aprendizado deixado pelo comandante ianque.
Trata-se do São José Bulls, de Porto Alegre, time que também acumula quatro derrotas e tem campanha até pior que a dos caxienses no certame, devido ao número menor de pontos marcados. Neste domingo, os alviverdes têm boas chances de saírem vencedores do gramado do CFAC.
— Eu cobro do grupo essa vitória. Vencemos eles no ano passado e repetir o resultado nos consolidaria como o melhor time gaúcho. Isso é importante, pois abre portas para o clube. Conseguir trazer novos jogadores, por exemplo, depende muito do desempenho do time — comenta o presidente do Juventude FA, Eduardo Ferreira.
Esta será a primeira partida após a passagem do treinador americano Brett Morgan, que trabalhou seis meses no clube e retornou em agosto para os Estados Unidos. Trazido para agregar experiência de quem conhece intimamente o esporte aos jogadores e comissão técnica, tem seu trabalho elogiado por Ferreira.
— O Brett nos ensinou a verdadeira identidade, filosofia e cultura do esporte, algo que não tínhamos. Deixou um legado de trabalho, disciplina, treinamento e convivência em grupo de muita importância.
A partir das 14h30 de domingo, os jogadores do Juventude FA têm a chance de agradecer em campo o aprendizado deixado pelo comandante ianque.
Mais ‘ianques’ podem chegar
A partida contra o São José Bulls será a segunda do jovem norte-americano Drew Goodrich pelo Juventude FA. Na estreia, contra a Lusa, o defensor de 20 anos fraturou uma costela, mas está recuperado e irá para o jogo.
Para a próxima temporada, o clube caxiense negocia com um empresário para ter outros atletas norte-americanos, inclusive um quarterback (principal posição da equipe).
– Nossa expectativa é trazer três atletas (estrangeiros), o que mudaria a realidade da equipe – comenta Eduardo Ferreira.
A chegada de atletas e treinadores dos EUA para clubes brasileiros tem sido frequente. Em abril, o Vila Velha Tritões chegou a contratar para uma partida um jogador profissional da NFL, a liga norte-americana. Nic Harris era free agent (sem clube) e contra o Minas Locomotiva marcou quatro touchdowns e conseguiu duas interceptações.
Para a próxima temporada, o clube caxiense negocia com um empresário para ter outros atletas norte-americanos, inclusive um quarterback (principal posição da equipe).
– Nossa expectativa é trazer três atletas (estrangeiros), o que mudaria a realidade da equipe – comenta Eduardo Ferreira.
A chegada de atletas e treinadores dos EUA para clubes brasileiros tem sido frequente. Em abril, o Vila Velha Tritões chegou a contratar para uma partida um jogador profissional da NFL, a liga norte-americana. Nic Harris era free agent (sem clube) e contra o Minas Locomotiva marcou quatro touchdowns e conseguiu duas interceptações.
Para isso, o Juventude FA conta com o auxílio da Brasa Sports na elaboração de projetos junto ao Pró Esporte RS.

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