Gladiadores do octógono
Caxias dos Sul – Com 10 lutas, o 4º JVT (Jorge Velho Team) Championship esquentou a noite de sábado no Ginásio Poliesportivo da UCS. Cerca de 2 mil pessoas acompanharam os três confrontos de muay thai e sete de MMA, precedidos do tradicional show de luzes e som que marca os grandes eventos de artes marciais. A permanência de quase todo o público até o final mostra o agrado com o espetáculo.
O aquecimento foi com uma música e um vídeo sobre as lutas. Na sequência, o primeiro combate, que foi feminino, de muay thai. A caxiense Débora Ferreira venceu e mostrou muita técnica diante de Carolina Karasek, que tinha menor envergadura mas resistiu até o fim, levando a decisão para os jurados.
A noite seguiu com mais duas lutas de muay thai e, na sequência, o MMA. Neste, um dos combates mais equilibrados foi entre o caxiense Anderson “Psicopata” Tomé e o porto-alegrense Lucas Salvi. Após três rounds, os jurados deram a vitória a Tomé, o que resultou em alguma discussão entre os torcedores, pois o empate parecia mais justo.
Um dos combates previstos não foi realizado devido à indisposição de um do atletas. Depois da pesagem, para a qual precisou fazer uma forte dieta, ele exagerou na comida e acabou se sentindo mal.
Outro destaque foi o primeiro duelo de MMA feminino dessa competição. Roberta Paim Rovel, de Lajeado, levou vantagem por ter maior peso e venceu Ligiane Coelho, de Camaquã, por nocaute. O confronto só foi realizado devido ao acordo entre as atletas, já que, pela diferença de tamanho, seria inviável.
No último e principal combate, o caxiense Claudir Dutkevis derrotou Jadielson “Popó” Azevedo, de Esteio, no final do primeiro round. O confronto foi muito técnico, pois Azevedo conseguiu conter durante quase todo o tempo a agressividade de Dutkevis. Porém, num descuido, sofreu uma saraivada de golpes.
A equipe médica fez alguns atendimentos, mas nada de grave. A arbitragem, de alto nível, contribuiu, procurando preservar a integridade dos atletas, parando a luta, como no caso de um corte no supercílio. Da mesma forma, entre os lutadores, foi grande o respeito, numa amostra de desportividade excepcional.
Após o encerramento do evento, que ocorreu pela primeira vez em Caxias, após três edições em Flores da Cunha, o organizador Jorge Velho não escondia a satisfação.
– Inclusive pela presença de vocês (do Pioneiro). O nosso esporte nunca teve esse apoio e vai ganhar uma grande divulgação.
O público concordou, pela presença maciça e ordeira e o acompanhamento até a última luta. Aliás, muitos foram ao ginásio pensando em assistir a três ou quatro apresentações. Mas, pela qualidade, não arredaram pé até o último nocaute da noite.
O aquecimento foi com uma música e um vídeo sobre as lutas. Na sequência, o primeiro combate, que foi feminino, de muay thai. A caxiense Débora Ferreira venceu e mostrou muita técnica diante de Carolina Karasek, que tinha menor envergadura mas resistiu até o fim, levando a decisão para os jurados.
A noite seguiu com mais duas lutas de muay thai e, na sequência, o MMA. Neste, um dos combates mais equilibrados foi entre o caxiense Anderson “Psicopata” Tomé e o porto-alegrense Lucas Salvi. Após três rounds, os jurados deram a vitória a Tomé, o que resultou em alguma discussão entre os torcedores, pois o empate parecia mais justo.
Um dos combates previstos não foi realizado devido à indisposição de um do atletas. Depois da pesagem, para a qual precisou fazer uma forte dieta, ele exagerou na comida e acabou se sentindo mal.
Outro destaque foi o primeiro duelo de MMA feminino dessa competição. Roberta Paim Rovel, de Lajeado, levou vantagem por ter maior peso e venceu Ligiane Coelho, de Camaquã, por nocaute. O confronto só foi realizado devido ao acordo entre as atletas, já que, pela diferença de tamanho, seria inviável.
No último e principal combate, o caxiense Claudir Dutkevis derrotou Jadielson “Popó” Azevedo, de Esteio, no final do primeiro round. O confronto foi muito técnico, pois Azevedo conseguiu conter durante quase todo o tempo a agressividade de Dutkevis. Porém, num descuido, sofreu uma saraivada de golpes.
A equipe médica fez alguns atendimentos, mas nada de grave. A arbitragem, de alto nível, contribuiu, procurando preservar a integridade dos atletas, parando a luta, como no caso de um corte no supercílio. Da mesma forma, entre os lutadores, foi grande o respeito, numa amostra de desportividade excepcional.
Após o encerramento do evento, que ocorreu pela primeira vez em Caxias, após três edições em Flores da Cunha, o organizador Jorge Velho não escondia a satisfação.
– Inclusive pela presença de vocês (do Pioneiro). O nosso esporte nunca teve esse apoio e vai ganhar uma grande divulgação.
O público concordou, pela presença maciça e ordeira e o acompanhamento até a última luta. Aliás, muitos foram ao ginásio pensando em assistir a três ou quatro apresentações. Mas, pela qualidade, não arredaram pé até o último nocaute da noite.
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